A tradição judaica começou há aproximadamente quatro mil anos,  por volta do século XVII AEC, com seus fundadores: Abraão, Isaac e Jacó. Escritoras achadas na Mesopotâmia, com data de 2000 a 1500 AEC, confirmam os princípios de uma vida nômade, como é descrito na Bíblia. No livro do Gênesis consta que essa foi a terra natal do patriarca Abraão, ainda está descrito que ele foi chamado para formar um grupo que acreditasse no Deus Único. Quando a terra de Canaã foi devastada pela fome, Jacó, seus 12 filhos e suas famílias partiram para o Egito, lá, infelizmente, seus descendentes foram escravizados.

Após 400 anos de escravidão, os povos foram soltos por Moisés, que, de acordo com uma passagem bíblica, ele foi escolhido por Deus para recolher seu povo do Egito e retorna-los à Israel. No período de 40 anos, eles caminharam pelo deserto do Sinai, onde conceberam uma nação e receberam a Torá. O saída do Egito, em 1300 AEC, deixou uma marca inapagável na memória do povo judeu e tornou-se um símbolo de liberdade e independência. Por isso, todos os anos, eles celebram a Páscoa, o Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos, relembrando os momentos vividos naquela época.

Nos dois séculos posteriores, os israelitas conquistaram grande parte de Israel e tornaram-se agricultores e artesãos. Tempos depois,veio a consolidação econômica e social. Durante períodos que oscilavam entre paz e guerra, o povo reuniu forças, e escolheram líderes e juízes, escolhidos por suas habilidades políticas, militares e de liderança. Após períodos instáveis, surgiu a necessidade de ter governante para unir os povos, visando trazer paz e sossegos a todos.

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Imagem representativa da Israel moderna.

Após a liberação do rei Ciro, em 538 AEC, aproximadamente cinquenta mil judeus encaminharam-se pela primeira vez em direção à Israel, nessa caminhada foram liderados por Zorobabel. Menos de um século depois, a segunda volta foi comandada por Esdras, o Escriba. Nos quatro séculos posteriores, os judeus tiveram diferentes graus de liberdade sob governos persas, por volta de 538 a 333 AEC, ptolemaico e selêucida, nos anos de 332 a 142 AEC.
O retorno à Pátria dos judeus, ocorreu sob a motivada liderança de Esdras. Marcaram o início do período do Segundo Templo a estruturação do Segundo Templo no local do Primeiro Templo, o fortalecimento das muralhas de Jerusalém, o estabelecimento da Grande Assembléia, o supremo órgão religioso e judicial do povo judeu. Dentro dos limites do Império Persa, Judá era uma nação liderada pelo sumo sacerdote e conselho de anciãos em Jerusalém.
Como parte do mundo antigo conquistado por Alexandre, o Grande, a Terra continuou a ser uma teocracia judaica, sob o domínio dos selêucidas, baseado nos sírios. Quando a prática do judaísmo foi proibida e seu Templo foi profanado, durante a imposição da cultura e costumes gregos a toda a população, os judeus se rebelaram (166 AEC).

Toda essa história sobre o retorno dos judeus para Israel, traz-nos um momento para reflexão, acerca das nossas origens e a vontade constante de estamos ligados aos laços de nossa tradição. Sabe-se que é um momento de grande tristeza para os judeus quando eles são arrancados de suas origens, pois distanciam-se de suas raízes e memórias afetivas.

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Inicia-se a história do domínio romano, quando eles substituíram os Selêucidas, assumindo o posto de ser a maior potência da região. Neste período concederam ao rei Asmoneu Hircano II uma autoridade repleta de restrições, além de deixa-lo como subordinado do governador romano. Os judeus descontentes com a situação, se opuseram com hostilidade ao novo regime, com o passar dos anos, foram fazendo diversas rebeliões lutando para que as coisas melhorassem. O último a tentar lutar pela antiga glória dos Asmoneus, foi Matatias Antígono, sua tentativa resultou na derrota e morte, acabando com a existência do governo dos Asmoneus, isso ocorreu em 40 AEC, e a Terra Santa tornou-se uma província do Império Romano.
No ano de 37 AEC, Herodes foi nomeado rei da Judéia pelos romanos. Em seu reinado tinha autonomia para decidir sobre os assuntos internos do país, isso fez com que ele se tornasse um dos mais poderosos soberanos no Império Romano. Um dos seus feitos mais lembrados, foi a reforma no Templo, tornando-o uma das mais simbólicas edificações da época. Porém, apesar de suas conquistar, o rei Herodes não ganhou a confiança e o apoio de seus subordinados judeus.
Após 10 anos da morte do rei Herodes, em 4 AEC, a Judéia passou a ser administrada somente pelos romanos. A opressão dos romanos era terrível, causando uma grande insatisfação no povo judeu. Isso resultou em diversos acontecimentos violentos isolados, mas que tornou-se uma grande revolta em 66 EC. Forças romanas, governadas por Tito, acabaram vitoriosas, destruindo totalmente Jerusalém no ano de 70 EC, até eliminar a última fortaleza judia em Massada, em 73 EC.
O fim de Jerusalém e do Segundo Templo foi trágica para o povo judeu. Segundo o historiador Flávio Josefo, milhares de judeus padeceram durante a tomada de Jerusalém e outras centenas foram vendidas como escravos.

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A cidade de Israel possui diversos sítios arqueológicos desconhecidos, em uma visita ao país é possível que os turistas desbravem os locais mais incríveis da história cristã. Os lugares de descobertas arqueológicas mais conhecidos são o Khirbet Qayafa, Séforis, Beit Shean e o Tel Hatzor, o mais fantástico de toda a viagem é estar sempre acompanhado de reconhecidos historiadores e arqueólogos, que dão aulas e explicações sobre cada ruína e cada história bíblica que aconteceu na localidade.
Estes sítios são fontes de descobertas e guardam relíquias históricas, culturais e espirituais. Para conhecer mais sobre isso, há alguns cursos em Israel que proporcionam uma vivência arqueológica envolvendo a investigação dos resquícios do passado do país, documentando a pré-história, além da participação em escavações e visitas a museus importantes para a narrativa da história de Israel. Estes materiais oferecem uma grande quantidade de evidências, revelando as marcas que as diversas culturas deixaram sobre a Terra. Os cursos também trazem relatos acerca do contexto político, histórico e social dos textos bíblicos por meio da observação das descobertas arqueológicas.
Nossos cursos em Israel que proporcionam a participação em escavações e visitas guiadas por pesquisadores famosos aos museus mais simbólicos da Terra Santa. Ainda, os programas oferecidos combinam um dia de aulas introdutórias nas instalações da Universidade Hebraica, visitas de estudo a sítios arqueológicos bíblicos onde o estudo prático acontece. Sobretudo, a Bíblia será utilizada durante as visitas de estudo, pois ela é uma belíssima fonte histórica e traz mais vida aos ambientes arqueológicos.
Garantindo uma viagem ao passado, temos diversos cursos disponíveis em Israel, eles contemplam uma série de palestras introdutórias sobre o ambiente e sua respectiva história de cinco mil anos, também proporcionando ao participante um ápice de descobertas e visitas exploratórias aos locais bíblicos. Conheça mais sobre a Terra Santa, acesso nosso site e saiba mais: www.cursosemisrael.com.br ou pelo email: elaine@moriahcenter.org, teremos satisfação em te atender!

A Terra de Israel é onde nasceu o povo judeu. Uma infinidade de histórias do país estão registradas na Bíblia, onde retratam-se sua identidade cultural e religiosa. Formou-se uma tradição nacional e sua presença e história foram mantidas através dos séculos, mesmo depois de a maioria do povo ser exilada. Os sítios arqueológicos em Israel envolvem uma investigação minuciosa de todas as ruínas históricas do passado da Terra Santa, da pré-história até o fim do domínio otomano. A grande quantidade de resquícios revelam muitos aspectos sobre as culturas que deixaram sua marca sobre a terra.
Israel é um dos lugares que mais guardam memórias, desses diversos fatos que ocorreram naquela localidade, há alguns que merecem destaque, como no século XIII Antes da Era Comum, Moisés liderou os israelitas na saída do Egito, seguindo por 40 anos de peregrinação no deserto. A Torá incluindo os dez mandamentos, são recebidos no Monte Sinai. Tempos depois, em 1000 AEC, Jerusalém torna-se a capital do reino de Davi.

Num importante contexto histórico, fundou-se em 1924, a Technion, o primeiro instituto de tecnologia, localizado em Haifa, em 1925, inaugurou-se a Universidade Hebraica de Jerusalém instaurada no Monte Scopus. Dois momentos importantes, ambos são locais de grandiosos estudos, muitos deles ligados ao passado da Terra Santa, além de uma amplitude de conhecimento acerca da arqueologia bíblica.
Alguns fatos importantes na história de qualquer país, moldam a tradição, revelam as memórias e guardam mistérios incríveis. Esses eventos citados acima são uma pequena porção de tudo que aconteceu e vem acontecendo em Israel. Por meio de cursos na cidade, é possível aproximar-se de dezenas de histórias e fatos que são importantíssimos para a cultura cristã.
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Dentro da cidade haviam duas muralhas: uma separava a Cidade Nova da Antiga, situava-se ao lado do Templo, a outra cortava a passagem deste bairro para a Cidade Alta. E, finalmente, houve uma quarta parede entre a cidade Alta e Baixa. A terceira parede defendeu a área Norte de Jerusalém, nela tinha-se o muro mais plano e propício a um ataque. Os lados ocidental, oriental e sul eram quase impossíveis de serem atacados, como a diferença nessas paredes haviam desníveis que impediam o ataque facilitado.

O cerco de Jerusalém durou aproximadamente cinco meses, de março a setembro de 70 d.C. Sabe-se que esse movimento de guerra se deu graças a Flavius Josephus, um judeu que estava servindo Tito. Tito ordenou que os ataques começassem pelo Norte. Suas tropas estavam de posse de impressionantes máquinas de combate: balistas e outros elementos que serviam para punir os defensores, nesses equipamentos haviam uma barragem de pedras e lança, enquanto a infantaria tentou furar as paredes, as vigas de madeira e as torres móveis.

Para fazer isso era necessário  nivelar o campo de jogo, pois os soldados para defenderem o templo construíram aterros de madeira acima do solo. Vendo que os romanos fecharam cada vez mais o cerco, os judeus responderam atirando tochas de fogo contra a máquina de guerra romana.  Na ocasião, fizeram uma saída em massa para começar a queimar o equipamento militar romano, porém foram repelidos pelas tropas de elite de Alexandria e a bravura pessoal de Tito, ele que lutou contra os judeus na frente de sua cavalaria e matou doze deles, conforme relatado por Josephus.

Finalmente, depois de cinco meses, os romanos conseguiram completar a destruição no tempo de Jerusalém. A história tem grandes desfechos e é muito rica em detalhes sobre as guerras, a respeito do cerco e da tristeza de ver uma belíssima e histórica edificação destruída, além das pessoas feridas e mortas em toda essa batalha. Conheça mais sobre esse sítio arqueológico incrível. Trazemos para você, mais informações sobre os cursos em Israel, eles são uma ótima oportunidade de realizar uma visitação inacreditável a locais fantásticos da história cristã. Envie-nos um e-mail e tenha mais detalhes: elaine@moriahcenter.org.

Em algumas publicações anteriores contamos um pouco mais sobre a triste narrativa história acerca do Muro das Lamentações, sabe-se que essa estrutura, é o único vestígio do antigo Templo de Herodes,  esse é o fragmento que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes da incrível construção. Para conhecer mais sobre o Muro das Lamentações clique aqui!

O túnel recebe a nomenclatura de Túnel do Muro Ocidental pois, por um bom trecho emoldura o Muro Ocidental, que também é chamado de Muro das Lamentações. A entrada para o túnel localiza-se na rua HaGai, logo abaixo de um dos arcos que sustentavam ponte ligava a cidade alta e o Monte do Templo. Por essa ponte também passava os encanamentos que traziam água de Belém a Jerusalém.

A visita inicia descendo uma pequena escada que leva à uma câmara subterrânea cujo teto é uma edificação de suporte do século XIV. Nesse local, os visitantes receberão uma incrível e histórica explicação com vídeo e modelo do Monte Moriáh em suas diversas formações ao longo dos anos, desde a pedra de fundação da criação do mundo até os dias atuais, passando pelo segundo templo e sua esplanada. Após essa pausa para uma parte teórica, o passeio seguirá pelo estreito túnel, realizando diversas paradas com fantásticas explicações.

O muro possui típicas molduras herodianas e encaixes perfeitos, é fascinante ver os arcos de pedra e abóbodas muçulmanas que sustentam as estruturas modernas da cidade antiga há séculos. O passeio é repleto de informação e um guia acompanha todo o trajeto tirando todas as dúvidas dos curiosos.

No cursos em Israel sobre arqueologia bíblica é possível acompanhar esse roteiro extraordinário, que visitará a Cidade de Davi, o Centro Davidson, o Muro das Lamentações e muitos outros ambientes para desvendar mais sobre a arqueologia bíblica. Conheça mais sobre o curso, clique aqui!

Khirbet Qeiyafa, é o local onde alguns citam por ser o lugar bíblico de Saarim. O ambiente segue um exuberante planejamento urbanístico, que sugere uma administração central. Outra evidência de um governo localizado são as centenas de alças de vasos cerâmicos, marcadas com uma impressão digital  encontradas por ali. Há vestígios de que nos séculos anteriores,  a prática semelhante era utilizada para identificar os vasos que recolhiam os impostos reais. Um caco de cerâmica com inscrição foi localizado em meio às ruínas, ele traz uma marca que provavelmente é do período em que o alfabeto estava em fase de construção. O texto gravado na peça ainda em processo de tradução, já descobriu-se que inclui as palavras “rei”, “juiz” e “escravos”. Acredita-se que talvez essa seja a mais antiga inscrição hebraica já encontrada, mesmo ainda sendo discutido que língua é utilizada para a gravação/identificação.

O sítio de Khirbet Qeiyafa é uma fonte de descobertas e guarda relíquias históricas, culturais e espirituais. Para conhecer mais sobre isso, há alguns cursos em Israel que proporcionam uma vivência arqueológica envolvendo a investigação dos resquícios do passado do país, documentando a pré-história, além da participação em escavações e visitas a museus importantes para a narrativa da história de Israel. As descobertas arqueológicas, além de revelarem acontecimentos substanciais do patrimônio cultural dos judeus em sua terra natal, são fontes de memórias importantíssimas para os cristãos. Esses restos de histórias visíveis estão enterradas no solo, elas são a ligação física entre o passado, o presente e o futuro dos judeus, evidenciando materiais que carregam uma carga cultural de grande valor para esse povo. Com o objetivo de garantir uma viagem ao passado, disponibilizamos diversos cursos em Israel, eles contemplam uma série de palestras introdutórias sobre o ambiente e sua respectiva história de cinco mil anos, também proporcionando ao participante um ápice de descobertas e visitas exploratórias aos locais bíblicos. Entre em contato conosco pelo email: elaine@moriahcenter.org, teremos satisfação em te atender!

Beit Shean é uma cidade israelita, localizada no distrito Norte. Ela tem cumprido um papel historicamente importante, por conta de sua localização geográfica no cruzamento do Vale do Rio Jordão e do Vale de Jizreel. Atualmente, Beit Shean é um dos espaços arqueológicos mais importantes da Terra Santa, no qual pode ser encontrada uma das maiores e mais bonitas ruínas período de dominação romana e bizantina, o local já foi escavado por historiadores e hoje podemos vivenciar uma história de fé e tradição.

A história de Beit Shean é muito antiga e é citada diversas vezes na Bíblia. O ambiente tem sua importância estratégica confirmada pelas descobertas arqueológicas encontradas na região. A rota foi importantíssima para as caravanas e também funcionou como um centro administrativo dos egípcios. Em decorrência da execução das escavações, ainda não se tem muitas informações sobre o início da cidade. Contudo, por meio de análises das várias camadas de ruínas existentes é incontestável que o povoamento foi contínuo naquela localidade. Os primeiros moradores supostamente teriam vivido em cavernas abertas nas rochas localizadas no ápice mais alto da montanha. Habitações simples de tijolos apareceram no início do terceiro milênio antes da Era Comum, também existem diversas evidências de uma cidade datada dessa mesma época, crescendo em direção ao ponto leste da montanha.

A cidade foi completamente derrubada pelo rei assírio Tiglat Pileser III, isso ocorreu por volta de 732 antes da Era Comum. Esta região reergueu-se e foi povoada novamente durante o governo de Alexandre, o Grande, na segunda metade do século IV.

 

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Séforis, também chamada de Diocesareia, na antiguidade era a maior cidade da Galileia. Fazia vizinhança com aldeias de camponeses, numa delas nasceu e morou Jesus, acompanhado por José e Maria. O lugar era trajeto de passagem tanto para Síria, Damasco, quanto para Jerusalém, Judá, Egito e África. Ali peregrinavam caravanas carregando mercadorias, pessoas, além do exército Romano e andarilhos.

Surgiu no tempo de Herodes, o grande, era considerada uma importantíssima cidade e o centro administrativo da Galileia. Após a morte de Herodes, por volta de 4 a.C., Judas, filho de Ezequias, governou a revolta dos habitantes pobres e oprimidos da Galileia. Esses povos foram derrotados pelo comandante Verus, da Síria, que com muitos soldados dominou a rebelião, queimou, roubou e demoliu a cidade e ainda, para piorar toda a situação, vendeu a população que sobrou como escravos. No local, sobraram apenas ruínas de uma triste história.

Jesus vivenciou essa triste realidade, como camponês e sem terra, sofreu junto com seu povo a opressão do Império Romano. Já como morador, revoltado com a luta e sofrimento das pessoas, Cristo fez questão de participar dos movimentos de resistência e luta que existiam naquela época. Também como camponês Jesus fez parte do movimento que ia em busca de terra, comida e liberdade. Além disso, como carpinteiro e artesão, teria participado junto com seu pai José da reconstrução da cidade de Séforis, na época chamada de Herodes Antipas.

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