O Vale de Hinom é um dos lugares bíblicos que sofre muitas especulações. O único fator que envolve seu nome e não se tem dúvidas, é sobre a sua localização. As controvérsias giram em torno do novo significado que o local passou a ter após os textos do Novo Testamento. Geena ou Geh Ben-Hinom, na tradução literal significa “Vale de Hinom”, que é um vale em torno da Cidade Antiga de Jerusalém, e que lamentavelmente, posteriormente tornou-se um depósito de incineração de lixo. Hoje em dia é conhecido como Uádi er-Rababi em árabe e Gey Ben Hinom em Hebraico.

Essa localidade é um território que revela muita tristeza e histórias de dor, pois Geena refere-se ao local fora das muralhas de Jerusalém. Que antigamente foi utilizado como depósito de lixo, além de um espaço para o descarte de cadáveres de pessoas que eram consideradas impuras e infiéis, restos de animais e toda outra espécie de imundície que se tirava da cidade. Para manter as chamas acesas e queimar o lixo, usava-se enxofre, o cheio do local era terrível. Jesus referenciou este vale como símbolo da destruição eterna, onde a podridão do ser humano estava.

Nos últimos anos o Vale de Hinom teve uma grande fluxo de pesquisas arqueológicas, das quais têm revelado alguns detalhes muito interessantes sobre o lugar. O mais intrigante deles é de que no vale podem ser encontradas o maior número de câmaras para sepultamento de mortos, essas que eram fundadas em rocha firme. O segundo ponto revelado pela arqueologia é de que apesar da má reputação, no período do Segundo Templo, por volta do primeiro século d.C., diversos dos sacerdotes foram sepultados ali nessas câmaras. Algumas centenas de anos depois, quando a região caiu nas mãos do Império Bizantino, alguns dos túmulos foram reutilizados por famílias nobres de cristãos que usufruíram do espaço para sepultar ali os seus entes na Cidade Santa.

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Na narrativa Bíblica, Josué e o povo de Israel partiram do Vale do Jordão rumo a Conquista da Terra Prometida. Há mais de 3200 anos atrás os hebreus vieram do Egito e chegaram no Vale do Jordão, cruzando o rio Jordão que é de grandiosa importância, seja natural, bíblica ou estratégica. Esse povo partiu para conquistar a Terra Prometida das mãos dos Cananeus. A saga entre Josué e os Hebreus ocorreu há milhares de anos atrás, foi descrita até mesmo nos Manuscritos do Mar Morto, as mais antigas escritas sobre a Bíblia, que atualmente estão preservados e guardados no Museu de Israel.

A jornada pelo vale de Ayalon, foi palco para a batalha onde, de acordo com as escrituras, caíram gigantescas pedras sobre os cananeus, o que resultou na vitória inacreditável do Povo de Israel, foi quase um milagre o que ali aconteceu. Também ocorreu fatos importantes em Gezer, onde um dos aliados dos reis e o Rei de Jerusalém mantiveram-se contra o Povo de Israel, no sítio arqueológico há ruínas dos cananeus e construções dos Hebreus até a dominação completa no período do Reino Unido de Salomão. Após a antiga cidade bíblica de Gezer, podemos citar o Monte Gerizim, lugar onde aconteceu a proclamação da benção sobre os filhos de Israel. Do alto do Monte Gerizim, depois disso, a história parte para o Monte Kabir, nesse território pode-se encontrar o Altar de Josué sobre o Monte Ebal. São muitas histórias que envolvem a Terra Prometida, Josué e o israelitas viveram momentos de tensão e fé… Tudo em busca o lugar prometido por Deus.

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As ruínas da Tel Kedesh estão localizadas a 3 km a nordeste do moderno Kibutz Malkiya, em Israel, na fronteira israelo-libanesa. É uma cidade de refúgio situada acima do Vale Quedes, o lugar possui três colinas bem chamativas em ruínas, duas ao ocidente e uma ao oriente, as ruínas mais antigas estão situadas ao noroeste, em uma colina alta que se lança a mais de 100 metros da colina oriental. Na localidade existe um antigo monte que possui referências bíblicas, ali foi habitado até o período helenístico. A montanha é grandiosa, tendo cerca de 900 metros de norte a sul, com o tamanho total de 20 a 25 hectares. O monte é cercado e protegido por paredes altas e bem íngremes.

Kedesh é citada  no Livro de Josué como uma cidadela cananeia conquistada pelos israelitas sob a liderança de Josué. A posse de Quedes foi dada por sorte à tribo de Naftali e, posteriormente, por ordem de Deus, Kedesh foi separada por Josué como uma cidade levítica e uma das cidades de refúgio junto com Shechem e Kiriath Arba. No século 8 a.C., durante o reino de Pekah rei de Israel, Tiglath-Pileser III de Assíria tomou Kedesh e deportando seus habitantes para a Assíria. Mais tarde, durante o século 5 a.C., Kedesh tornou-se a capital para a província persa controlada e administrada na região da Alta Galileia.

Em 259 a.C. Kedesh foi mencionado por Zenon, um comerciante viajante do Egito. Durante 145 e 143 a.C., Kedesh foi destruída por Jonathan Maccabeus em sua luta contra o rei seleucida Demetrius II Nicator. O lugar permaneceu abandonado por tempos. Em 1997 até 2012, Tel Kedesh foi escavada por uma equipe do Museu Kelsey de Arqueologia da Universidade de Michigan em conjunto com a Universidade de Minnesota, nessas pesquisas foram encontradas diversas ruínas que comprovam, histórias como as citadas acima.

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Monte Arbel é uma montanha situada na Baixa Galileia, nas proximidades da conhecidíssima cidade Tiberíades, em Israel, que se dividiu em duas após um forte abalo sísmico. A outra metade do monte é o Monte Nitai. No ápice da montanha existem quatro vilas são elas a Kfar Zeitim, Arbel, Kfar Hittim e Mitspeh. O cume fica a 282 metros acima do nível do mar, dominando toda a localização na qual faz vizinhança, isso ocorre pois a região fica abaixo da superfície do mar e do mirante no topo do monte, pode-se ver quase toda a Galileia rumo ao Golan e as cidades de Tzfat, Tiberíades e grande parte do Mar da Galileia.

No local é possível encontrar as ruínas de um antigo assentamento judaico, entre elas uma sinagoga do IV século a.C. com colunas e várias habitações cravadas na rocha. Várias casas existentes ali são datadas do século 17 e foram edificadas pelos povos Drusos, embora existam habitações descritas como sendo judaicas e do século II d.C.. A história da montanha é cheia de tragédias e reviravoltas que dão esperança. Na narrativa, Herodes o Grande e posteriormente o Império Romano, massacraram os judeus, depois de séculos as famílias judaicas reconstruíram suas comunidades. Atualmente, na região existem cerca de quatro vila judaicos, que desenvolveram atividades agrícolas e em pequenas indústrias, fazendo dali o seu centro de vida.

O local faz parte do Parque Nacional Arbel, que além de sua beleza natural, pode-se conhecer casas construídas em cavernas nos desfiladeiros, além de apreciar as diversas espécies de animais que vivem ali, como roedores, gatos selvagens, veados, cabras e aves de rapina que tem os seus ninhos no monte.

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Jericó está entre as cidades mais antigas do mundo, e de acordo com grande parte dos arqueólogos que já realizaram escavações em seus territórios, o primeiro centro urbano teria iniciado por volta 11 mil anos atrás, ainda durante a pré-história. A expressão Jericó em Hebraico é “Yericho”, na tradução livre, significa “casa do deus da lua”. Porém seu significado se opõe justamente a que os arqueólogos imaginam ter dencontrado, a torre pré-histórica cujo o interior está virado para o nascer do sol. Jericó aparece na Bíblia no Velho Testamento e no Novo Testamento, no livro de Josué ela é a citada como a primeira cidade conquistada pelos Hebreus no trajeto da conquista da Terra Prometida.

Kathleen Kenyon, escavou em Jericó por volta de 1950, ela é uma das arqueólogas polêmicas da arqueologia moderna, em seus relatos descreveu ter encontrado indícios da destruição passiva da cidade igualmente consta na descrição da Bíblia, onde caíram os muros antes de tudo e depois a cidade foi incendiada e os artefatos abandonados. Ela também localizou vasos repletos de grãos e cereais, isso são indícios de indicando que a destruição total foi repentina, de tal forma que seus moradores não esperavam o ocorrido.

Conta a história que os moradores de Jericó estavam munidos e preparados para um cerco. Uma fonte abundante forneceu água para o antigo, bem como para o moderno, ficava dentro das muralhas da cidade. Ainda no livro de Josué, conta-se que no momento do ataque, a colheita tinha acabado de ser retirada, de modo que os habitantes tinham uma grande oferta de alimentos. Isto foi confirmado com muitos grandes jarros cheios de grãos encontrados nas casas de Canaã pelo pesquisador John Garstang, em escavação no ano de 1930 e novamente apresentado pela Kenyon. Com uma rica fonte de alimento e muita água, os cidadão de Jericó poderiam ali permanecer por vários anos.

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O Dia de Jerusalém ou em hebraico “Yom Yerushalayim” é uma data específica considerada feriado nacional israelense. A data foi celebrada na última terça-feira, 23 de maio até o início da noite de quarta-feira, 24 de maio.  O dia comemora a reunificação de Jerusalém e a fixação do controle israelense sobre a Cidade Velha em 1967. O Rabinato Chefe de Israel afirmou que em Jerusalém o feriado religioso foi estabelecido com o intuito de agradecer a Deus pela vitória na Guerra dos Seis Dias e pela resposta da oração realizada por 2 mil anos que dizia “Ano que vem em Jerusalém”.

O Plano de Partilha da ONU criado em 1947, incentivava a criação de dois estados na Palestina um estado judeu e um árabe, Jerusalém seria uma cidade Internacional. O tratado ainda estabelecia que nem árabes nem judeus teriam exclusividade por um período de dez anos, além da criação de um referendo que determinaria aos moradores de Jerusalém em qual país eles queriam permanecer. A liderança judaica aceitou o plano, que incluiu a internacionalização de Jerusalém, mas o povo árabe rejeitou.

O Estado de Israel declarou sua independência no ano de 1948, após isso foi atacado em massa pelos árabes. A Jordânia entrou no território pelo leste de Jerusalém e Cidade Velha. Os israelenses fizeram um esforço para expulsa-los, mas não foi suficiente para que evacuassem a área. Até o final de 1948 na Guerra árabe-israelense, Jerusalém ficou separada entre Israel e Jordânia. A Cidade Velha e a Jerusalém Oriental permaneceram ocupadas pela Jordânia, os moradores habitantes judeus foram expulsos do local e de suas sinagogas queimadas e devastadas pela guerra. O controle local passou a ser do povo jordaniano, metade da Cidade Velha e as 58 sinagogas foram destruídas, sobraram apenas ruínas, além disso o cemitério judeu no Monte das Oliveiras teve seus túmulos saqueados, e os artefatos foram utilizados como paralelepípedos e materiais de construção.

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O vale de Elá, também pode ser escrito “vale de Elah”, além de também ser chamado de  “vale dos Carvalhos” ou “vale dos Terebintos”, apesar das inúmeras nomenclaturas, sua história é inconfundível. O lugar situa-se no centro de Israel, a cerca de 20 km a sudoeste de Belém e a de 30 km a oeste de Jerusalém, muito próximo da cidade de Bet Shemesh. Em sua história tornou-se um lugar de suma importância estratégica, pois ligava a região de Sefelá aos montes da Judeia.

Também ficou conhecido principalmente por ser mencionado na Bíblia como o local onde os israelitas estavam acampados quando David lutou com Golias. De acordo com o livro de 1 Samuel, Golias era um homem de grande estatura, possuía a altura de seis côvados e um palmo, ele é a pessoa mais alta na qual se tem registros nas escrituras. Ainda segundo o livro de Reis, na luta que teve contra David, usava uma cota de malha de bronze que era muito pesada.

Como Davi era um rapaz ainda, provavelmente só a malha de Golias já teria seu peso. Mas Davi era um homem bravo e lutou como um guerreiro, carregava um grande escudo para sua proteção e uma lança, ponta de ferro de sua arma também era pesada, mas não como a de Golias. A história continua e no fim das contas, Davi utilizou uma pedra e atirou- contra o inimigo, ela penetrou a testa de Golias. Para se ter certeza da morta, Davi pegou a espada de Golias e entregou-lhe a morte cortando sua cabeça.

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Corazin ou Corazim é citada em alguns evangelhos bíblicos como sendo uma das localidades onde Jesus realizou diversos milagres. Nesse espaço o Messias profetizou contra elas, por causa da dureza de seus corações. A cidade de Corazin, de acordo com pesquisas arqueológicas recentes, tem sua história traçada nos primeiros dias do século da era cristã. Mas não pode-se deixar de frisar que nesta região é comum que estas cidades sejam construídas sob ruínas de outras que eram menores e de tempos remotos. Os vestígios de Corazin aparentemente eram escassos, inclusive atinge uma área de aproximadamente 100 mil metros quadrados, na antiguidade, tais dimensões eram consideradas bem grandes.

Na cidade foram descobertas achados arqueológicos de extrema importância se tratando de arqueologia bíblica. A atual sinagoga que pode ser observada no lugar é uma reforma do século VI d.C. em cima da antiga Sinagoga do século III a.C.  E também é provável que essa igreja anterior tenha sido construída sob outra sinagoga do primeiro século. Tal qual Jesus possivelmente fez pregações e realizou milagres. A grandiosa e impressionante sinagoga, foi edificada com pedras de basalto preto e decorado com objetos que rementem a tradição judaica, esses artefatos são um dos remanescentes mais impressionantes.

Em suas expedições à Terra Santa o pesquisador Edward Robinson, no século XIX,  questionou os moradores locais sobre o paradeiro de um lugar que corresponde à descrição de Corazin, mas nenhum habitante reconhecia a nomenclatura ou pode fornecer qualquer informação válida para a pesquisa. Entre os anos de 1962-1964 foram feitas inúmeras escavações, que foram retomadas mais tarde por volta de 1980-1987. Em geral, as estruturas de Corazin são produzidas de basalto preto, uma rocha vulcânica encontrada facilmente nessa região. O assentamento principal é datado dos séculos 3 e 4 a.C.. Um mikveh (banho ritual), também foi localizado ali. Diversas prensas de oliveira foram localizadas, as máquinas eram utilizadas para a extração de azeite.

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A Terra de Israel possui um imenso berço histórico, contempla em seu universo  inigualável alguns emblemáticos sítios arqueológicos. Os espaços da história bíblica são locais preservados, que retém construções, artefatos ou quaisquer evidências de atividades relatadas biblicamente, ocorridas num passado remoto. Os sítios arqueológicos mais conhecidos em Israel são Séfores, Beit Shean e o Tel Hatzor, entre outros diversos espaços de escavação, que podem ser desbravados, acompanhados de guias e historiadores que trarão à tona memórias e lembranças de uma história fundamental para algumas religiões e culturas.

A Arqueologia Bíblica é um dos temas mais interessantes a serem conhecidos, estudados e desvendados na Terra Santa. Isso torna-se ainda mais especial, por Israel é onde onde ocorreram diversos eventos bíblicos. A Arqueologia Bíblica não se trata de todas as características abrangentes da arqueologia, mas é o conjunto de sítios arqueológicos, vestígios, tesouros e pesquisas arqueológicos relacionadas diretamente com as narrativas bíblicas.

Os vários sítios são fontes de descobertas e guardam relíquias históricas, culturais e espirituais. Para conhecer mais sobre isso, há alguns cursos em Israel que proporcionam uma vivência arqueológica envolvendo a investigação dos resquícios do passado do país, documentando a pré-história, além da participação em escavações e visitas a museus importantes para a narrativa da história de Israel. Estes materiais oferecem uma grande quantidade de evidências, revelando as marcas que as diversas culturas deixaram sobre a Terra.

Esses restos de histórias visíveis estão enterradas no solo, elas são a ligação física entre o passado, o presente e o futuro dos judeus, evidenciando materiais que carregam uma carga cultural de grande valor para esse povo. Afim de garantir uma viagem ao passado, temos diversos cursos disponíveis em Israel, eles contemplam uma série de palestras introdutórias sobre o ambiente e sua respectiva história de cinco mil anos, também proporcionando ao participante um ápice de descobertas e visitas exploratórias aos locais bíblicos. Saiba mais, entre em contato, clique aqui e envie suas dúvidas!

Bethoron ou Beith-Horon na antiguidade foi uma cidade bíblica situada estrategicamente na estrada que ligava Gibeon a Aijalom. De acordo com as escrituras haviam duas cidades com o mesmo nome, uma localizada em um monte bem alto e outra em um mais baixo, ficavam a uma distância de aproximadamente 5 quilômetros entre elas.

Atualmente, nessa localidade há um novo assentamento, em uma distância de somente 1 quilômetro da Beit Horon Superior, uma vila judaica. Muitas dos sítios bíblicas guardam certa conexão fonética mesmo sob a dominação árabe por mais de 1300 anos, Beit G’hur Al-Foqa e Beit G’hur Al-Tahta são respectivamente as cidades bíblicas de Beit Horon Elyion e Beit Horon Tahton. No ano de 1915, o Fundo Britânico de Exploração Palestina informou que as alterações na estrada principal para Jerusalém tinha deixado a trajetória de Bethoron de lado e que os locais foram praticamente esquecidos.

O vilarejo israelense de Beit Horon foi fundado por volta de 1977 numa colina na vizinhança das duas cidades. Os achados arqueológicas indicavam que Beit Horon Inferior , ou seja, a parte baixa da cidade, foi constituída antes da superior.
Pedaços de cerâmica mostram que a partir do final da Idade do Bronze e anos em diante foram encontrados na Beit Horon Inferior. Enquanto aqueles Beit Horon Superior foram achados do período apenas da Idade do Ferro em diante, ou seja, anos de diferença que provam o surgimento de uma antes da outra.

É obvio que a localização das vilas dentro da área árabe nas terras palestinas impedem e dificultam a exploração arqueológica na região, e somente uma pesquisa prolongada, bem feita e séria poderá revelar mais detalhes e características sobre a vida, a população e o fundamentação histórica da região.

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