O Heródio, do latim Herodium, é uma montanha localizada a aproximadamente 12 km ao Sul de Jerusalém, no deserto da Judeia. É uma imensa colina redonda que de certa altura para cima, sem motivos aparentes, começa a ficar no formato de um tronco. O mais intrigante de toda a história, é que o Herodium é uma montanha artificial, o que a torna diferente de qualquer outro monte. Nesse lugar Herodes, o Grande, edificou um palácio forte e robusto, que posteriormente foi enterrado, isso por volta do ano 4. Gerações mais tarde, nos tempos da Grande Revolta, rebeldes judeus se esconderam das legiões romanas nas terras de Heródio. E, 60 anos após este fato, durante a Revolta de Bar Kochba, outra tropa de guerrilha judia acobertou-se no monte e o fizeram dele  um forte impenetrável, assegurando-o por três anos contra os melhores soldados de Roma.

Em algumas escavações do renomado Netzer e de outros pesquisadores, desde o ano de 1972, as buscas revelaram uma rampa ao redor da colina, que ia do complexo do palácio menor e estádio. Ao longo desses anos de estudo, também foram descobertos um teatro e uma escadaria monumental, que passava por uma plataforma em ruínas. Além de algo, que Netzer identificou como provável túmulo do rei Herodes, algo que seria como um sarcófago, todavia quebrado em centenas de pedaços, a obra foi feita por hereges judeus no período da primeira revolta contra os romanos entre 66 e 72 EC.

A fortaleza, é forte e muito bem construída, tem torres em sua redondeza e um acesso íngreme, estrategias pensadas para proteger o povo que vivia ali de ataques inimigos. Dentro dela estão os apartamentos dos monarcas, todos bem feitos e bem decorados. Na planície vizinha foi construída uma cidade sem paralelo, com o monte servindo como uma acrópole para as outras moradias.

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Emaús na antiguidade era uma cidade situada a aproximadamente 7 km ao noroeste de Jerusalém. Segundo algumas passagens bíblicas, Jesus apareceu perante dois de seus discípulos em Emaús após a sua ressurreição (Lucas 24:13-35). Conhecer sua história e localização é importante, é como uma lição para todos os tempos, lugares e circunstâncias, uma lição de devoção e fé. Emaús faz todo sentido para quem quer escutar o Senhor, seguir seus ensinamentos e ser salvo para eternidade.
Na Bíblica é narrado que dois homens que estavam a caminho do campo, eram na verdade, dois discípulos a caminho de Emaús. Jesus então surgiu para eles com uma aparência diferente da qual tinha anteriormente. Ele era o Jesus ressuscitado e para que se cumpra em nós os mesmos sinais que se cumpriram em Cristo, convém que os que ressuscitam, tenham um novo corpo de glória. Num trecho de Filipenses (3:21) narra que “O qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo de sua glória, segundo a eficácia do poder que Ele tem de subordinar a Si todas as coisas.” Já em I Coríntios (15:35) descreve-se “o corpo seja semeado em corrupção, ressuscitado em incorrupção. Semeado em desonra, ressuscitado em glória. Semeado em fraqueza, ressuscitado em poder. Semeado corpo natural, ressuscitado corpo espiritual”. Todo esse aspecto do texto, merece mais aprofundamento, para isso, vivencie um dos Cursos em Israel, eles são uma excelente oportunidade para aprender mais sobre as histórias da Terra Santa.

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A Igreja Beneditina de Abu Gosh, fica nas redondezas de Jerusalém, na encantadora Vila Árabe de Abu Ghosh. O local é conhecido por ser a capital do melhor Hummus (comida árabe feita de grãos de bico espremidos) de Israel, também é tida como muito hospitaleira, tanto em suas pousadas, quanto sua população. Uma excelente opção de passeio para turistas que visitam a Terra Santa. A Igreja faz parte de um grande complexo, o Monastério Beneditino de Abu Ghosh, que por si só é uma construção fantástica, um verdadeiro tesouro escondido na Terra Santa. O lugar foi construído no meio de um jardim, repleto de plantas e flores que dão ainda mais vida e beleza ao templo sagrado.
Abu Ghosh há tempos também tem sido chamada de Kiriyat Jearim, que é um lugar onde a Arca da Aliança foi deixada após ser roubada pelos Filisteus. Isso está ligado ao episódio mencionado no Antigo Testamento, descrito no livro do Êxodo, como sendo esse o lugar por onde passou a Arca da Aliança contendo as Tábuas da Lei, antes de serem transferidas para Jerusalém.
O vilarejo e a igreja são locais especiais, de paz e de encontro com o Senhor. Para os fiéis, o lugar é uma riquíssima fonte de ligação com as memórias de um passado remoto, as pessoas que vão a esse sítio arqueológico muitas vezes estão em um caminho espiritual e procuram um local calmo para meditar e ao mesmo tempo encontrar-se diante de Deus. A Igreja Beneditina de Abu Gosh certamente é o ambiente perfeito para esse momento de devoção.
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É a segunda maior cidade de Israel, diversas vezes foi referenciada como a capital do país. Possui uma população estimada em mais de 405 mil habitantes. A cidade localiza-se na costa mediterrânica de Israel, com uma área de 51,8 km². É a maior e com mais habitantes cidade da região de Gush Dan, onde moram mais de 3 milhões de pessoas. Atualmente, cidade é governada por Ron Huldai. A cidade foi fundada por um grupo judaico no ano de 1909, nesse período ficava na vizinhança da cidade portuária conhecida como Jaffa. Tel Aviv cresceu muito rápido, logo ultrapassou Jaffa. Assim, Tel Aviv e Jaffa foram unidas em um único município em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel.

A cidade é um renomado centro econômico, tem sede da Bolsa de Valores, além de escritórios corporativos e empresas de pesquisa e desenvolvimento. Além disso, pode ser considerada a capital financeira do país, já que movimenta um grande capital, sendo considerada a segunda maior economia do Oriente Médio depois de Dubai e é a 31ª cidade mais cara do mundo. Outro grande destaque para a fonte de renda de Tel Aviv é o turismo, a cidade recebe 2,5 milhões de visitantes internacionais por ano. Por ser um magnífico ponto turístico é chamada de “a cidade que nunca dorme” e como a “capital das festas”, devido à sua vibrante vida noturna, ambiente jovem e vida cultural 24 horas por dia.

 

A Cidade Branca de Tel Aviv, que foi proclamada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2003, mereceu esse título por dispor da maior concentração do mundo de edifícios de estilo Bauhaus, um clássico do design. Desfrute desse paraíso arqueológico e arquitetônico, aprenda mais sobre essa história sagrada e de tradição mundial. Conheça nossos cursos em Israel, eles são uma grandiosa oportunidade de desbravar esses locais fundamentais para os judeus e cristãos. Entre em contato por e-mail elaine@moriahcenter.org

Cisjordânia é um espaço que possui a área aproximada de 5.640 km², delimitada a leste pelo rio Jordão e pelo Mar Morto, e a oeste, norte e sul pela Linha Verde, que é uma demarcação criada no Armistício israelo-árabe desde 1949.
A Cisjordânia ainda não foi oficialmente agregada por Israel e, por isso, de acordo com a lei internacional, não pertence pela lei a nenhum Estado desde que houve a renúncia de soberania por parte da Jordânia. Diante disso, é aguardado uma solução da resolução definitiva da situação desse espaço.
Tratando-se do aspecto religioso, a Cisjordânia é considerado um dos locais que são sagrados tanto para o judaísmo, como para o islamismo e o cristianismo, algo raro de se acontecer em certos sítios arqueológicos em Israel. Principalmente depois do envio dos judeus para o Egito, visando conquistar a cidade de Canaã sob a liderança de Moisés e seu sucessor, Josué.
Em Hebrom, que está na lista de uma das quatro cidades sagradas para os judeus, localiza-se a Gruta de Macpela, onde acredita-se que podem estar sepultados os três patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó, e as suas esposas, Sara, Rebeca e Léia. O local é adorado por judeus e muçulmanos e sobre esta região foi edificada a mesquita de Ibrahim (Abraão) e uma grande jazida de xisto betuminoso.

Em Belém foi construída a Igreja da Natividade, erguida de acordo com a tradição no local onde Jesus nasceu. Na estrada que liga Belém a Jerusalém encontra-se o túmulo de Raquel. Em Jericó, destaca-se o Monte da Tentação, conhecido como o local onde o demônio teria tentado seduzir Jesus, oferecendo-lhe todos os reinos do mundo.

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É uma cidade ao norte de Israel, sua população é de aproximadamente 41 mil habitantes. Está localizada às margens do Mar da Galileia, tais águas que também são chamadas de Lago de Tiberíades. Recebeu esse nome para homenagear o imperador romano Tibério. A cidade está entre as quatro mais sagradas para o Judaísmo, na lista também entram Jerusalém, Hebron e Safed.

No período das Cruzadas, a cidade sediou um principado com nomenclatura homônima, reconhecido como Principado da Galileia. Tiberíades foi fundada no ano de 20 d.C., pelo filho de Herodes, o Grande, o Herodes Antipas, nesse lugar estabeleceu o seu governo. Algumas histórias lendárias, contam que a cidade foi edificada sobre as ruídas de uma tribo israelita chamada de Rakkat, que na Bíblia é mencionada no livro de Josué.

Ao fim do império de Herodes Antipas, que foi exilado por Calígula, a cidade foi incorporada ao reinado de Herodes Agripa I, e tempos depois ao de Herodes Agripa II. No período da guerra judaico-romana, a cidade foi completamente tomada pelo exército rebelde de Flávio Josefo, ele comandou a destruição do palácio de Antipas, por sorte, não foi hábil o suficiente para impedir que a cidade fosse saqueada por seus subordinados. Não foi muito difícil para os romanos reconquistarem o poder da Galileia, mesmo sendo governada pelos judeus, sua população continuou fiel a Roma, o que facilitou a retomada de poder.

No ano de 150 d.C, após o fim da terceira guerra judaico-romana, o tribunal judaico instalou-se em Tiberíades. Tal escolha fez com que a cidade se tornasse um centro da disseminação religiosa judaica. Isso reflete na construção desse centro, pois somente em Tiberíades há treze sinagogas, o suficiente para atender às necessidades espirituais da população judaica.  E ainda, de acordo com alguns estudiosos, a Mishná, conhecida por ‘Torá Oral’, produzida pelo rabino Judá HaNasi, foi construída e compilada nessa região.

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A inscrição de Siloé é um texto rabiscado em uma rocha, foi originalmente localizado no Túnel de Ezequias, esse duto supria água da Fonte de Gion para a piscina de Siloé. O fato foi descoberto em 1880, essa inscrição marca a edificação do túnel no século VIII a.C.. A inscrição é tão lendária, que está entre os registos mais antigos da língua hebraica, no qual usa-se o alfabeto Paleo-Hebraico. É tradicionalmente simbolizada como  uma inscrição comemorativa ou dedicatória.

Mesmo o túnel de Ezequias ter sido muito estudado por volta do século XIX por arqueólogos renomados, eles não conseguiram descobrir a inscrição, isso ocorreu por causa dos depósitos minerais acumulados sobre as rochas, que atrapalharam a visibilidade do que tinha atrás daquelas pedras. Segundo o Easton’s Bible Dictionary ( na tradução Dicionário da Bíblia Easton), alguns jovens que passeavam perto do Túnel de Ezequias na extremidade da Piscina de Siloé, teriam encontrado a inscrição numa pedra no lado oriental, estando a 19 pés do túnel.

No ano de 1981, a inscrição de Siloé foi removida com um corte da parede do túnel e quebrada em fragmentos, porém essas escritas foram recuperadas pelo consulado britânico em Jerusalém, e foram guardadas em segurança no museu do Antigo Oriente em Istambul. Durante esse período a região estava sob domínio Turco-Otomano, somente após uma reunião entre os comandantes rivais, houve possibilidade da inscrição retornar a Jerusalém, porém por um curto período, sendo esse apenas um gesto de boa vontade dos turcos.

 

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Em algumas publicações anteriores contamos um pouco mais sobre a triste narrativa história acerca do Muro das Lamentações, sabe-se que essa estrutura, é o único vestígio do antigo Templo de Herodes,  esse é o fragmento que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes da incrível construção. Para conhecer mais sobre o Muro das Lamentações clique aqui!

O túnel recebe a nomenclatura de Túnel do Muro Ocidental pois, por um bom trecho emoldura o Muro Ocidental, que também é chamado de Muro das Lamentações. A entrada para o túnel localiza-se na rua HaGai, logo abaixo de um dos arcos que sustentavam ponte ligava a cidade alta e o Monte do Templo. Por essa ponte também passava os encanamentos que traziam água de Belém a Jerusalém.

A visita inicia descendo uma pequena escada que leva à uma câmara subterrânea cujo teto é uma edificação de suporte do século XIV. Nesse local, os visitantes receberão uma incrível e histórica explicação com vídeo e modelo do Monte Moriáh em suas diversas formações ao longo dos anos, desde a pedra de fundação da criação do mundo até os dias atuais, passando pelo segundo templo e sua esplanada. Após essa pausa para uma parte teórica, o passeio seguirá pelo estreito túnel, realizando diversas paradas com fantásticas explicações.

O muro possui típicas molduras herodianas e encaixes perfeitos, é fascinante ver os arcos de pedra e abóbodas muçulmanas que sustentam as estruturas modernas da cidade antiga há séculos. O passeio é repleto de informação e um guia acompanha todo o trajeto tirando todas as dúvidas dos curiosos.

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