Encontrar uma conexão entre a hermenêutica dos autores do Novo Testamento e os princípios e métodos de interpretação típicos do mundo greco-romano, do judaísmo do período do Segundo Templo e de outros cenários culturais antigos, não é surpreendente. Os escritos do Novo Testamento nasceram em uma situação histórica concreta. As condições materiais, sociais e culturais em que o Novo Testamento foi produzido ajudaram a moldar as formas de leitura das Escrituras adotadas por seus autores.

A SINAGOGA


A sinagoga é o centro da comunidade judaica, um lugar de oração, estudo, educação, assistência social e caridade. É um centro social. 

O termo em hebraico é Beit Knesset, e significa literalmente, “casa de assembleia”, e em grego, “sinagoga”, lugar de reunião, literalmente significa “reunião de todos”. 

Alguns judeus usam a palavra “templo” porque consideram que seu local de reunião equivale ou substitui um templo. Na literatura rabínica, a sinagoga às vezes é chamada de Mikdash Meat, ou “pequeno templo”. 

As sinagogas começaram a aparecer após o exílio da Babilônia, devido ao temor entre os líderes do povo judeu de que, sem o Templo, as suas raízes fossem esquecidas. 

Durante o período do Segundo Templo existiam sinagogas em diferentes partes de Israel e da Diáspora. O Talmud de Jerusalém afirma que antes da destruição do Segundo Templo, havia 480 sinagogas em Jerusalém. No entanto, não há nenhuma evidência escrita, ou de outro tipo, de que as sinagogas daquela época eram usadas como centro de oração.

  • Sionismo: Movimento de libertação nacional do povo judeu. Fundado pelo jornalista judeu austríaco Theodor Herzl no ano 1897, o movimento desenvolveu um programa político pragmático para o retorno do povo judeu à Terra de Israel, que na época era chamada de Palestina e estava nas mãos do Império Otomano.
  • Aliyot: Literalmente, em hebraico significa “ascensões”, referindo-se ao ato de “ascender” (espiritualmente) ou fazer “Alyiá” à Terra de Israel. Ou seja, o ato de emigrar para a Terra de Israel é chamado de “Alyiá”, enquanto “Alyiot” (plural de “Alyiá”) se refere às ondas migratórias de judeus para a Terra de Israel.

 

1. É muito provável que Davi nunca tinha pisado esse lugar na sua vida. Isso não impediu aos antigos bizantinos, que governaram a Terra de Israel no ano 324 a 638 da nossa era, acreditar fervorosamente (e erroneamente) que essa estrutura monumental era o palácio do Rei Davi. Logo depois, com o tempo, essa tradição perdurou e é assim que até hoje o local se chama “A Torre de Davi”. Muitos visitantes ainda acham que o rei Davi passou por aquele lugar.

2. Neste local, se podem distinguir restos arqueológicos de quase todos os tempos da história milenar de Jerusalém, desde os tempos do Rei Ezequias (finais do século VIII A.E.C.) até o período britânico (1917-1948). É por isso que existe um belíssimo museu que conta a história de Jerusalém, inclusive desde a época Cananéia e até os nossos dias. A exibição é fixa e, de tempos em tempos, há exposições temporárias relacionadas à história de Jerusalém. As noites tem um show maravilhoso que conta a mesma história, mas com luzes de laser e sons.