É a segunda maior cidade de Israel, diversas vezes foi referenciada como a capital do país. Possui uma população estimada em mais de 405 mil habitantes. A cidade localiza-se na costa mediterrânica de Israel, com uma área de 51,8 km². É a maior e com mais habitantes cidade da região de Gush Dan, onde moram mais de 3 milhões de pessoas. Atualmente, cidade é governada por Ron Huldai. A cidade foi fundada por um grupo judaico no ano de 1909, nesse período ficava na vizinhança da cidade portuária conhecida como Jaffa. Tel Aviv cresceu muito rápido, logo ultrapassou Jaffa. Assim, Tel Aviv e Jaffa foram unidas em um único município em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel.

A cidade é um renomado centro econômico, tem sede da Bolsa de Valores, além de escritórios corporativos e empresas de pesquisa e desenvolvimento. Além disso, pode ser considerada a capital financeira do país, já que movimenta um grande capital, sendo considerada a segunda maior economia do Oriente Médio depois de Dubai e é a 31ª cidade mais cara do mundo. Outro grande destaque para a fonte de renda de Tel Aviv é o turismo, a cidade recebe 2,5 milhões de visitantes internacionais por ano. Por ser um magnífico ponto turístico é chamada de “a cidade que nunca dorme” e como a “capital das festas”, devido à sua vibrante vida noturna, ambiente jovem e vida cultural 24 horas por dia.

 

A Cidade Branca de Tel Aviv, que foi proclamada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2003, mereceu esse título por dispor da maior concentração do mundo de edifícios de estilo Bauhaus, um clássico do design. Desfrute desse paraíso arqueológico e arquitetônico, aprenda mais sobre essa história sagrada e de tradição mundial. Conheça nossos cursos em Israel, eles são uma grandiosa oportunidade de desbravar esses locais fundamentais para os judeus e cristãos. Entre em contato por e-mail elaine@moriahcenter.org

Cisjordânia é um espaço que possui a área aproximada de 5.640 km², delimitada a leste pelo rio Jordão e pelo Mar Morto, e a oeste, norte e sul pela Linha Verde, que é uma demarcação criada no Armistício israelo-árabe desde 1949.
A Cisjordânia ainda não foi oficialmente agregada por Israel e, por isso, de acordo com a lei internacional, não pertence pela lei a nenhum Estado desde que houve a renúncia de soberania por parte da Jordânia. Diante disso, é aguardado uma solução da resolução definitiva da situação desse espaço.
Tratando-se do aspecto religioso, a Cisjordânia é considerado um dos locais que são sagrados tanto para o judaísmo, como para o islamismo e o cristianismo, algo raro de se acontecer em certos sítios arqueológicos em Israel. Principalmente depois do envio dos judeus para o Egito, visando conquistar a cidade de Canaã sob a liderança de Moisés e seu sucessor, Josué.
Em Hebrom, que está na lista de uma das quatro cidades sagradas para os judeus, localiza-se a Gruta de Macpela, onde acredita-se que podem estar sepultados os três patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó, e as suas esposas, Sara, Rebeca e Léia. O local é adorado por judeus e muçulmanos e sobre esta região foi edificada a mesquita de Ibrahim (Abraão) e uma grande jazida de xisto betuminoso.

Em Belém foi construída a Igreja da Natividade, erguida de acordo com a tradição no local onde Jesus nasceu. Na estrada que liga Belém a Jerusalém encontra-se o túmulo de Raquel. Em Jericó, destaca-se o Monte da Tentação, conhecido como o local onde o demônio teria tentado seduzir Jesus, oferecendo-lhe todos os reinos do mundo.

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É uma cidade ao norte de Israel, sua população é de aproximadamente 41 mil habitantes. Está localizada às margens do Mar da Galileia, tais águas que também são chamadas de Lago de Tiberíades. Recebeu esse nome para homenagear o imperador romano Tibério. A cidade está entre as quatro mais sagradas para o Judaísmo, na lista também entram Jerusalém, Hebron e Safed.

No período das Cruzadas, a cidade sediou um principado com nomenclatura homônima, reconhecido como Principado da Galileia. Tiberíades foi fundada no ano de 20 d.C., pelo filho de Herodes, o Grande, o Herodes Antipas, nesse lugar estabeleceu o seu governo. Algumas histórias lendárias, contam que a cidade foi edificada sobre as ruídas de uma tribo israelita chamada de Rakkat, que na Bíblia é mencionada no livro de Josué.

Ao fim do império de Herodes Antipas, que foi exilado por Calígula, a cidade foi incorporada ao reinado de Herodes Agripa I, e tempos depois ao de Herodes Agripa II. No período da guerra judaico-romana, a cidade foi completamente tomada pelo exército rebelde de Flávio Josefo, ele comandou a destruição do palácio de Antipas, por sorte, não foi hábil o suficiente para impedir que a cidade fosse saqueada por seus subordinados. Não foi muito difícil para os romanos reconquistarem o poder da Galileia, mesmo sendo governada pelos judeus, sua população continuou fiel a Roma, o que facilitou a retomada de poder.

No ano de 150 d.C, após o fim da terceira guerra judaico-romana, o tribunal judaico instalou-se em Tiberíades. Tal escolha fez com que a cidade se tornasse um centro da disseminação religiosa judaica. Isso reflete na construção desse centro, pois somente em Tiberíades há treze sinagogas, o suficiente para atender às necessidades espirituais da população judaica.  E ainda, de acordo com alguns estudiosos, a Mishná, conhecida por ‘Torá Oral’, produzida pelo rabino Judá HaNasi, foi construída e compilada nessa região.

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As águas do Rio Jordão, mais precisamente em Qasr al-Yahud, é o ambiente mais provável do batismo de Jesus Cristo. O local situa-se dez quilômetros ao norte do Mar Morto, também localiza-se nas proximidades da cidade Palestina, Jericó. De acordo com algumas tradições, foi lá que João Batista realizou o primeiro sacramento no filho de Deus. Hoje em dia, o local tornou-se um grandioso centro de batismo, onde milhares de fiéis vão para repetir tal ato. As vestes brancas e o silêncio repleto de respeito toma conta do ambiente, um por um, os devotos vão indo às margens do rio para serem batizados.
Aos que buscam o local para desbravar mais sobre as histórias da Terra Santa, é importante visitar esses espaços arqueológicos repletos de memórias e mistérios. Nossa dica é se concentrar em cada detalhes desses lugares esplêndidos, deixe-se levar pela história, entre de cabeça na emoção de possivelmente estar pisando e tocando as mesmas coisas de Jesus e aproveite o momento mágico de estar em Israel, pois a Terra Santa, é simplesmente inesquecível.
 
Existem alguns locais ao longo do Rio Jordão onde também acontecem os batismos. Mas a grande disputa é escolher qual deles realmente ocorreu o batismo “real” de Jesus. Os dois trechos mais cogitados e famosos são Yardenit (lado de Israel) e Qasr Al-Yahud (lado da Cisjordânia). Mas de acordo com alguns estudiosos, o segundo local é o “verdadeiro” e considerado o local do batismo.
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Ein Gedi é um oásis localizado a Oeste do Mar Morto, perto de Massada e das cavernas de Qumran. É muito lembrado por suas grutas, nascentes, e a sua rica diversidade de flora e fauna. Na Bíblia é citado muitas vezes no Cântico dos Cânticos, como diz a seguinte passagem “A minha amada é para mim como um cacho de flores de hena nos vinhedos de Ein Gedi” (1:14). Já em Samuel, segundo a tradição judaica, Davi escondeu-se de Saul em suas grutas, a passagem diz “Então David saiu de lá, e ficou nas fortalezas de Ein Gedi” (23:29).

Aos turistas, o local oferece várias atrações deslumbrantes e que são paradas obrigatórias. A aproximadamente um quilômetro do oásis há um kibutz (coletividade comunitária israelita), inaugurado em 1956. O espaço aproveita a valorizada beleza da vizinhança, além de tirar proveito do clima e da abundância de água para o cultivo de inúmeros produtos, cada um plantado em sua respectiva época. Verifica-se que antes da formação do kibutz essa região não havia sido permanentemente habitada durante 500 anos. Entre o século XIII e a Guerra da Independência de Israel em 1948, Ein Gedi foi habitada em várias ocasiões tanto por Judeus como por nômades beduínos.

O surgimento do Parque Nacional de Ein Gedi ocorreu em 1972, sendo essa uma das reservas naturais mais importantes de Israel. . O parque está localizado na costa do Mar Morto, cobre uma área de 6250 hectares. O parque inclui duas ribeiras alimentadas por nascentes que correm durante todo o ano: ribeira de Davi) e ribeira de Arugot. Duas outras nascentes, Shulamit e Ein Gedi, também passam pela reserva. Juntas, as nascentes geram aproximadamente 3 milhões de metros cúbicos de água por ano. O local é um santuário para muitas espécies de plantas, aves e animais, sendo de extrema importância para a fauna e flora.

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Einot Tzukim também é conhecido como Ein Feshkha (Ein Fashj), o sítio arqueológico é uma reserva natural situado na costa noroeste do Mar Morto, a aproximadamente três quilômetros ao sul de Qumran, em Israel. Leva esse nome devido a um riacho que o atravessa. A reserva natural conta conta com uma área com piscinas de água mineral aberta ao público, e outra que está fechada aos visitantes, com o intuito de proteger a fauna e a flora endêmicas.

As primeiras escavações em Einot Tzukim (Ein Fashj) foram conduzidas por Roland de Vaux da Ecole Biblique em 1956 a 1958, já o historiador Hirschfeld escavou o site em 2001. A estrutura mais antiga do sítio localiza-se ao sul do manancial, era um forte da idade do ferro, construído em um tempo similar às estruturas de Qumran. O riacho fica situado a 100 metros ao sul do edifício encontrado por Vaux, a 3 metros abaixo à leste. Há tempos atrás, a fonte era o principal abastecimento de água, suas águas doces eram perfeitas para o consumo daquele povo que lá habitava. O complexo ainda era composto por um edifício principal com 24m por 18m, e um pátio central, uma instalação central com duas bacias ao nordeste e o que parece ser um estábulo.

O arqueólogo Vaux mostrou que o complexo Einot Tzukim (Ein Fashj) é uma construção contemporânea com o estabelecimento em Qumran e ainda afirmou que toda aquela região era habitada por uma mesma comunidade. Já os estudiosos Magness e Hirschfeld concluíram que o complexo era Herodiano, a entrada era feita por duas portas, lado a lado, ao oeste, há uma escadaria no canto sudeste do edifício, denotando que havia um pavimento superior. Naquele local também havia um canal que trazia água de uma nascente, remanejando-as para um tanque retangular, parando em duas bacias.

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O Mar da Galileia também é chamado de lago de Tiberíades. É um lago de água doce situado no distrito norte de Israel, sendo considerado o maior lago do país, seu comprimento é de aproximadamente 19 km e largura com de cerca de 13 km, sendo que sua área total chega a 166,7 km². O seu principal afluente é o rio Jordão, que vem do monte Hermon e da Cesareia de Filipe, seguindo para o mar Morto. De acordo com passagens bíblicas do Novo Testamento, naqueles temos a cidade de Tiberíades, Cafarnaum, Betsaida e Genesaré, eram costeiras do lago. Atualmente, Tiberíades é o principal local que faz margens ao lago.

Algumas passagens bíblicas históricas aconteceram no Mar da Galileia, grande parte do ministério de Jesus acontecia nas margens do lago. Nos evangelhos de Marcos e Mateus há trechos que descrevem como Jesus recrutou alguns dos seus apóstolos nas margens do lago: Pedro, André, João e Tiago. Um dos episódios mais conhecidos da Bíblica, o Sermão da Montanha, ocorreu numa colina com vista para o lago, além de diversos dos milagres de Jesus também ocorrerem ali: andar sob as águas, acalmar uma tempestade, alimentar cinco mil pessoas, entre muitos outros.

Em outra parte da história, no ano de 135, os judeus foram derrotados na terceira guerra judaico-romana, também conhecida por revolta de Bar Kohba. Os romanos responderam forçando o exílio de todos os judeus de Jerusalém. O centro da cultura judaica passou então a ser esta região do Quineret, na cidade de Tiberíades, restando daquele povo inúmeras marcas e um registro de muita fé e perseverança.

Atualmente, com as invasões dos árabes e a longa ocupação dos turcos-otomanos na região, fatos que duraram até ao fim da Primeira Guerra Mundial, a Galileia bíblica foi praticamente destruída, restaram apenas algumas ruínas das antigas cidades que ficavam nas proximidades do lago, hoje muito visitadas pelos turistas em Israel. Além das belezas bíblicas, Tiberíades oferece uma beleza incomparável, além de muitas opções de diversão no lago.

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Tel Arad é uma cidade em ruínas, seus restos estão localizados a cerca de oito quilômetros da cidade israelita de Arad, no deserto de Neguev, ao Oeste do Mar Morto, onde é rodeada pelas montanhas Arad Becken. Foi ali que pesquisadores retiraram com zelo camadas de pó, descobrindo uma riqueza de estruturas e inscrições, em algumas dessas escavações encontrou-se uma coleção com aproximadamente 200 óstracos (fragmentos de cerâmica com inscrições, método comum de escrita os tempos bíblicos), que fazem parte de uma período histórico, que vai desde uma data desconhecida até o ano de 607 a.C. coincidindo com o período bíblico do tempo dos juízes até a invasão babilônica de Judá.
O sítio arqueológico revelou o que foi inscrito naquela riquíssima coleção de óstracos. Em suma, essas descobertas confirmaram a precisão da Bíblica. Além disso, fornecem exemplos esclarecedores de como os povos antigos tratavam Deus. É certo dizer que na Bíblica não há muitos vestígios sobre Arad, mas é de se admirar que os vários registros históricos indiquem que esse ambiente foi cenário de diversas mudanças e batalhas.
Sua localização é estratégica, sendo ela uma importante rota de comércio, foi destruída e reconstruída várias vezes ao longe sua história. Além de ser dividida em duas partes, uma baixa e uma alta, na mais elevada é possível encontrar a chamada Casa de Yahué, um local sagrado, onde algumas pessoas fazem oferentes desde os dias de Davi e Salomão, até os dias de hoje. Atualmente, os turistas que frequentam a moderna Arad, a observa como uma tradicional cidade israelense. O local possui cerca de 27 mil moradores, que realizam suas atividades naturais do dia a dia, mas sempre cercados por inúmeros visitantes que buscam encontrar histórias e fatos do passado.
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A inscrição de Siloé é um texto rabiscado em uma rocha, foi originalmente localizado no Túnel de Ezequias, esse duto supria água da Fonte de Gion para a piscina de Siloé. O fato foi descoberto em 1880, essa inscrição marca a edificação do túnel no século VIII a.C.. A inscrição é tão lendária, que está entre os registos mais antigos da língua hebraica, no qual usa-se o alfabeto Paleo-Hebraico. É tradicionalmente simbolizada como  uma inscrição comemorativa ou dedicatória.

Mesmo o túnel de Ezequias ter sido muito estudado por volta do século XIX por arqueólogos renomados, eles não conseguiram descobrir a inscrição, isso ocorreu por causa dos depósitos minerais acumulados sobre as rochas, que atrapalharam a visibilidade do que tinha atrás daquelas pedras. Segundo o Easton’s Bible Dictionary ( na tradução Dicionário da Bíblia Easton), alguns jovens que passeavam perto do Túnel de Ezequias na extremidade da Piscina de Siloé, teriam encontrado a inscrição numa pedra no lado oriental, estando a 19 pés do túnel.

No ano de 1981, a inscrição de Siloé foi removida com um corte da parede do túnel e quebrada em fragmentos, porém essas escritas foram recuperadas pelo consulado britânico em Jerusalém, e foram guardadas em segurança no museu do Antigo Oriente em Istambul. Durante esse período a região estava sob domínio Turco-Otomano, somente após uma reunião entre os comandantes rivais, houve possibilidade da inscrição retornar a Jerusalém, porém por um curto período, sendo esse apenas um gesto de boa vontade dos turcos.

 

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A tumba de uma das personalidades mais significativas da Bíblia, Davi, localiza-se em Jerusalém, no Monte Sião, sob o Cenáculo, onde ocorreu a última ceia do Senhor com os apóstolos. A localização  da presença do túmulo do rei naquela região ainda é muito questionada, pois segundo a Bíblica ele foi sepultado na Cidade de Davi, o que sugere uma outra localidade também incerta. Alguns pesquisadores afirmam que é na fortaleza de Davi, que fica próximo ao Cenáculo, onde também foram sepultados outros reis.

Na verdade, a tumba sob os pés do Cenáculo foi instaurada como um ambiente para o a colocação simbólica dos restos mortais do rei, pois não foi identificado o real paradeiro da carcaça do monarca. Sendo assim, o espaço tornou-se um local com uma atmosfera de espiritualidade e fé, trazendo diversos devotos do mundo todo para realizar uma visitação na tumba. A época de pico das visitas dos peregrinos ocorre durante o Shavuot que é semelhante ao Pentecostes, a data simboliza o dia da morte de Davi. O ato mais valioso sobre essa história é sentir que esse é um lugar para dedicar muito respeito e prestar homenagens, a Davi que foi um homem simples, pastor de ovelhas, e que acima de tudo isso, foi rei e um exemplo de fé e devoção.

Essas histórias invisíveis aos olhos são a ligação entre o passado, o presente e o futuro dos judeus. Isso evidencia simbolismos que carregam uma carga cultural de grande valor para esse povo. Com o objetivo de garantir uma viagem ao passado, disponibilizamos diversos cursos em Israel, eles contemplam uma série de palestras introdutórias sobre o local e sua respectiva história de cinco mil anos, também proporcionando ao participante um ápice de descobertas e visitas exploratórias aos locais bíblicos. Entre em contato conosco pelo e-mail: elaine@moriahcenter.org.